domingo, 23 de novembro de 2014

Execução orçamentária comparativa entre Campos e Macaé em 2014

O gráfico apresenta os valores da execução orçamentária em Campos e Macaé, no período de janeiro a agosto de 2014. Veja que em termos absoluto, Macaé realizou um valor de receitas correntes um pouco menor do que Campos, porém gastou mais em despesas com pessoal e encargos. Apesar do município ter realizado um valor de receitas tributárias superior a Campos, o valor gasto em investimento é quase três vezes menor do que o valor que Campos liquidou na mesma despesa. 

Execução orçamentária em Macaé, no período janeiro - agosto de 2014

A execução orçamentária, no período janeiro a agosto, em Macaé, realça a boa arrecadação própria. Do valor previsto de R$558,4 milhões para o ano de 2014, já foram realizados R$498,6 milhões, ou 89,3% do total previsto. Se no grupo da arrecadação a realização é compatível com a previsão, na despesa com investimento a situação é precária. Do valor previsto de R$368,5 milhões, o município só conseguiu liquidar R$98,0 milhões, ou 26,6% do total.
Na avaliação relativa, observa-se que as receitas tributárias realizadas (receitas próprias), no período avaliado, representou 35,53% das receitas correntes realizadas. Já as despesas com pessoal liquidadas, representaram 48,03% e as despesas com investimento representaram 6,99% das receitas correntes realizadas. 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Divulgação

Redescobrindo o mundo da pintura

Artista Plástica, Márcia Coutinho, abre exposição nesta sexta-feira (21), com telas e peças da sua vida na arte.
Imprimir
A+   A-
  • Redescobrindo o mundo da pintura
    Crédito: José Luiz Melo
  • Redescobrindo o mundo da pintura
    Crédito: José Luiz Melo
Imagem 1 de 2

Crédito: José Luiz Melo
Gil Miranda
gil.miranda@quotidiano.com.br

Uma viagem ao passado, com destaque no presente e uma mostra suntuosa do futuro... Cada pigmento de tinta, seja nas telas ou mesmo na superfície da vida, evidencia os matizes, tons e as texturas da artista plástica Márcia Coutinho em sua nova exposição ‘Redescobrindo’, que será inaugurada nesta sexta-feira, 21, às 20 h, no Palácio Cultural Carlos Martins.
A música Redescobrir, cantada por Elis Regina trazia: “Memória! Jogo do trabalho na dança das mãos/ Macias! O suor dos corpos, na canção da vida/ Histórias! O suor da vida no calor de irmãos/ Magia!” E são com histórias, memória e magia, que Márcia expõe suas obras de três tempos distintos. Uma mistura de passado e presente, com quadros adquiridos por admiradores e amigos, e inovações com peças diferentes e telas inéditas.
Sua vida na arte sempre foi inspirada no grande pintor russo Wassily Kandinsky, que com a necessidade interior de expressar as suas percepções emocionais o levam ao desenvolvimento de um estilo de pintura abstrato, baseado em propriedades não representativas de cor e forma – a abstração lírica. Assim, com essas características, a artista plástica inicia, há 17 anos com sua primeira aquarela de arte não figurativa, levando-a a busca pictórica em torno da procura do próprio conteúdo da arte, da sua essência, da sua alma.
Suas obras trazem uma realidade própria, expondo suas faces e percepções particulares. As referências ao mundo exterior são, deliberadamente, inexistentes. Mais do que uma pintora, ela teoriza sobre a pintura e sobre as suas sensações. Para Márcia, o objetivo da pintura é, precisamente, “encontrar a vida, tornar perceptíveis as suas pulsações e estabelecer as leis que as regem”.
A artista plástica rascunhou a exposição em 2011 e marca seu retorno ao seu berço natal, a cidade de São João da Barra. A exposição é apresentada em três frentes. Na primeira sala, o público pode apreciar diferentes manifestações de arte contemporânea, com telas produzidas e comercializadas por colecionadores e amigos. Já no segundo momento, são utilizadas projeções audiovisuais, mostrando os trabalhos para o futuro e que no presente já estão sendo produzidos. E por fim, na terceira e última sala, são expostos os primeiros trabalhos de pintura com uso de materiais reciclados, pensando e transmitindo o futuro de uma forma sustentável. “É redescobrir o mundo da pintura”, ressalta Márcia Coutinho.
“Em uma das salas fico um pouco comovida, pois revejo telas que fiz há algum tempo, é um sentimento de felicidade e tristeza, por não tê-las mais comigo, porém estão com pessoas que me admiram. A exposição possibilita uma nova oportunidade de ver minhas telas, assim como as obras da minha nova fase na arte. Adoro a possibilidade de ver meus amigos felizes quando admiram minha arte.”, destacou.
O movimento geral da composição é ritmado por círculos, ovais, triângulos, riscas, pintas; ascendentes, descendentes, rotativos. As cores vivas provocam sensações, emoções; aliadas às formas, criam uma harmonia que age e que conquista. A exposição conta com mais de 30 telas e ficará aberta para visitação até o dia 28 de novembro no 2º pavimento do Palácio Cultural.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Movimento do emprego formal em outubro na região Norte Fluminense

O mês de outubro foi decepcionante na geração de emprego. No país, ouve uma retração de 30.283 empregos no mês, enquanto no Estado do Rio de Janeiro, o resultado foi positivo em 39 novas vagas criadas. No acumulado de janeiro a outubro, foram criadas 912.287 vagas de emprego no país e 41.831 vagas no Estado do Rio de Janeiro.
A região Norte Fluminense eliminou 1.888 vagas de emprego no mês, em função da desaceleração dos setores agropecuário e construção civil. O municípios de Campos dos Goytacazes perdeu 1.544 vagas, São Francisco de Itabapoana perdeu 355 vagas e Macaé perdeu 175 vagas. 
No acumulado de janeiro a outubro, Campos dos Goytacazes gerou 2.202 empregos, sendo 51,63% na agropecuária, 25,61% no setor de serviços, 11,81% na construção civil, 6,49% no comércio e 4,72% na indústria de transformação.
O município de Macaé gerou, no mesmo período, 1.409 vagas de emprego, sendo 63,88% no setor de serviços, 53,3% na construção civil, 17,67% na indústria de transformação. O setor extrativa mineral eliminou 519 vagas de emprego no período.
O município de São João da Barra eliminou 185 vagas de emprego no período, em função da retração do setor de construção civil que eliminou 513 vagas no período.

Divulgação da Prumo Logística


Início de operação marca o 3º trimestre do Porto do Açu

Empreendimento recebeu R$ 683,9 milhões no terceiro trimestre. De 2007 até setembro já foram investidos R$ 6,2 bilhões.

A Prumo divulgou hoje (12), os resultados do 3º trimestre deste ano. De julho a setembro, o Porto do Açu recebeu investimentos de R$ 683,9 milhões (não incluindo juros capitalizados). Desde o início da construção, em 2007, até setembro deste ano, já foram aplicados R$ 6,2 bilhões no empreendimento (não incluindo juros capitalizados). Destes, R$ 2,7 bilhões foram investidos pela Anglo American e pela Ferroport (joint venture formada 50% pela Prumo e 50% pela Anglo American – antiga LLX Minas-Rio) e R$  3,5 bilhões pela Prumo.
“O terceiro trimestre de 2014 demonstrou nossa capacidade de entregar o que tínhamos planejado para este ano. A base para construção e desenvolvimento do Porto do Açu foi definitivamente implantada e o Porto se tornou realidade com a primeira operação de carregamento de mineiro de ferro no Terminal 1. Agora aguardamos ainda para este ano a primeira operação comercial no canal do Terminal 2”, destaca Eduardo Parente, presidente da Prumo.
Entre os principais destaques do trimestre, estão a primeira operação de minério no píer dedicado do T1, a expansão de área Edison Chouest, a conclusão do cais dos clientes e do Terminal Multicargas (TMult) e o aumento de capital que pode chegar até R$ 650 milhões. Este aumento tem como objetivo finalizar a etapa atual de investimentos da Prumo, com a conclusão das principais frentes de obras civis em 2014, e preparar a Companhia para uma nova fase de investimentos em 2015.

Investimentos
Do total de R$ 683,9 milhões investidos no 3º trimestre deste ano, R$ 186,9 milhões (não incluindo juros capitalizados) foram aplicados pela Anglo American e Ferroport, responsáveis pelo desenvolvimento do Terminal de minério de ferro do Porto. O montante foi investido na construção do quebra-mar, gestão fundiária, meio ambiente e segurança patrimonial, gerenciamento de projeto, pátio de estocagem, dragagem, além da montagem da rede de energia elétrica da Linha de Transmissão de 138 kV que conecta a subestação de Campos ao Porto do Açu.
Já a Prumo aplicou R$ 497 milhões no terceiro trimestre. Deste total, R$ 377,2 milhões foram investidos na construção do canal do T2 (R$ 298,9 milhões no quebra-mar, R$ 46,3 milhões na dragagem do canal e R$ 32 milhões em estacas-prancha para a construção do cais). Outros R$ 66,5 milhões foram investidos no quebra-mar do T1. Também houve investimento de R$ 52,8 milhões no desenvolvimento e construção de outras obras de infraestrutura, que incluem a implantação da Linha de Transmissão de 345 kV, projetos de engenharia e gerenciamento de obras, despesas administrativas, pavimentação e manutenção de vias, sustentabilidade, entre outros.

Resultado trimestral
No 3º trimestre, a Prumo apresentou uma receita líquida de R$ 21,9 milhões, referente ao pagamento de aluguel de área dos clientes. As despesas administrativas foram de R$ 39,2 milhões, cerca de R$ 14 milhões abaixo comparado ao mesmo período do ano passado. A Prumo terminou o 3º trimestre de 2014 com um saldo em caixa e equivalentes de R$ 188,6 milhões e com endividamento de R$ 2,8 bilhões incluindo os juros e atualização monetária. O prejuízo líquido no trimestre foi de R$ 95 mil.

Porto do Açu
Com 17 km de píeres, que poderão receber até 47 embarcações simultaneamente, o Porto do Açu está localizado em São João da Barra, no norte fluminense. Com área de 90 km², o empreendimento é formado pelo Terminal 1 (T1 - offshore) e pelo Terminal 2 (T2 - onshore).
O T1 é composto por uma ponte de acesso com 3 km de extensão, píer de rebocadores, 9 píeres para movimentação de minério de ferro e petróleo, canal de acesso e bacia de evolução. O terminal contará na sua totalidade com 4 km de cais.
O T2 está instalado no entorno de um canal para navegação, que conta com 6,5 km de extensão, 300 metros de largura e profundidade de até 14,5 metros. No local estão em andamento às obras para construção do canal de acesso, bacia de evolução e a implantação da linha de transmissão. Com mais de 13 km de cais, o T2 irá movimentar carga de projetos, coque, bauxita, veículos, granéis sólidos, carga geral e petróleo.